domingo, 13 de setembro de 2015

40 DIAS DE ORAÇÃO PELA IGREJA PERSEGUIDA. DIA 21 - DJIBUTI



Djibuti
O Djibuti tem uma população de aproximadamente 900 mil pessoas. A maioria é muçulmana; há cerca de 15 mil cristãos no país, incluindo uma comunidade cristã de expatriados. O islã é a religião do Estado, mas a Constituição garante a liberdade religiosa.
Apesar de o proselitismo não ser tecnicamente ilegal, ele é fortemente desencorajado. Além disso, a conversão ao cristianismo pode levar à intensa perseguição. Em certa medida, a atitude do governo em relação aos não muçulmanos é geralmente de tolerância e respeito. No entanto, a animosidade da sociedade para com os cristãos parece aumentar.
A conversão de muçulmanos a outra fé é vista com maus olhos. O pequeno grupo de indígenas cristãos (ex-muçulmanos) é perseguido por suas famílias e pela sociedade. A presença militar ocidental ajuda a fomentar um clima de relativa paz, segurança e liberdade, mas, na verdade, não é bem isso o que acontece.
Protestantes franceses, católicos romanos e Igrejas Ortodoxas etíopes representam a única testemunha cristã ativa reconhecida pelo governo. Canais de rádio e televisão, por satélite, cristãos são transmitidos apenas na língua francesa.
Cerca de 95 por cento da população é muçulmana sunita no Djibuti. O islamismo radical está crescendo no país em uma proporção semelhante ao de outros países da África Oriental. Este aumento de radicalismo islâmico também tornou-se uma preocupação para o próprio governo. Um pesquisador da Portas Abertas, declarou: "O governo afirma que está controlando o que está sendo pregado em mesquitas, e autoridades também temem tendências radicais islâmicas no país, como o Djibouti está do outro lado do Mar Vermelho, há a preocupação com a Al Qaeda que já domina o Iêmen e a Península Arábica. 
Violência contra cristãos

A violência contra os cristãos, em particular os convertidos do islamismo, aumentou. Um pesquisador de campo da Portas Abertas relatou diferentes formas de violência contra os cristãos. De acordo com o relatório, "Dois lugares conhecidos por acolherem cristãos convertidos foram apedrejados". O relatório também indicou "Uma cristã convertida foi ameaçada de ser obrigada a se casar". Tem havido maus tratos e agressões físicas também. O pesquisador relatou "Quatro cristãos convertidos enfrentaram maus tratos e agressões físicas”.  E saques de casas também foram empregados como meio de perseguição. Como resultado, "a casa de um cristão convertido foi saqueada por seus parentes depois que ele se recusou a voltar ao islamismo”. 
Dois convertidos também foram obrigados a fugir de suas casas.
Última atualização em 7/1/2015


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